22 de março de 2011

Francesco Totti: Maior que o Coliseu para os romanistas

Um dos jogadores mais importantes da História do futebol italiano acaba de atingir uma marca impressionante. Francesco Totti é o sexto maior goleador da competição, com 201 gols, cujo recordista é Silvio Piola, com 274. Agora ele está a apenas 4 gols da marca de Roberto Baggio, que marcou 205 ao longo de sua carreira no Calccio.

Apesar das inúmeras polêmicas, o camisa 10, de 34 anos, é o maior ídolo da Roma. Totti ingressou na equipe da capital italiana em 1989, com apenas 13 anos e de lá nunca mais saiu. 
O que pouca gente sabe é que por pouco Totti não vestiu a camisa rossonera do Milan. Dias depois de sua estréia como profissional, aos 16 anos, toca o telefone na casa da família Totti. Fiorella, mãe do jogador, atende, e do outro lado da linha está Ariedo Braida, diretor do Milan. "Senhora, Francesco será acolhido no Milan com todas as honras. Será acompanhado nos estudos. E a parte econômica não será problema", disse Braida. A resposta veio sem pestanejar: "Francesco só quer a Roma".
É por essas e por outras que na Itália existe uma máxima de que "Francesco é maior que o Coliseu para os romanistas". Tendo recusado inúmeras propostas faraônicas para sair do clube, dentre as quais feitas por times como Chelsea e Real Madrid, ele se tornou um dos maiores ícones do futebol italiano.

Assista a todos os 201 gols de Totti pelo Campeonato Italiano!

Palco Sunset confirma novas atrações

Nosso blog continua de olho em tudo o que acontece no Rock in Rio. Veja a lista completa e atualizada das atrações do Sunset Rock in Rio:
 
Ed Motta

23/09
Móveis Coloniais de Acaju, Orkestra Rumpilezz e Mariana Aydar
Ed Motta, Rui Veloso e convidado
Bebel Gilberto e Sandra de Sá
The Asteroids Galaxy Tour e convidado
 
Mike Patton

24/09
Marcelo Yuka, Cibelle, Karina Buhr e Amora Pêra
Tulipa Ruiz e Nação
Milton Nascimento e Esperanza Spalding
Mike Patton/ Mondo Cane e Orquestra Sinfônica de Heliópolis
 
Korzus 

25/09
Matanza e BNegão
Korzus e The Punk Metal Allstars
Angra e Tarja Turunen
Sepultura e Tambours du Bronx
 
Buraka Som Sistema

30/09
Buraka Som Sistema e Mixhell
João Donato e Céu
Cidade Negra, Martinho da Vila e Emicida
Monobloco e Macaco
 
Jorge Drexler

1º/10
Cidadão Instigado e Júpiter Maçã
Tiê e Jorge Drexler
Zeca Baleiro e Concha Buika
Erasmo Carlos e Arnaldo Antunes
 
Marcelo Camelo

02/10
The Monomes e David Fonseca
Mutantes e Tom Zé
Titãs e Xutos & Pontapés
Marcelo Camelo e Convidado

21 de março de 2011

Guns N' Roses confirmado no Rock in Rio



A produção do Rock in Rio parece não gostar mesmo de grandes surpresas. Após muita expectativa e confirmando a aposta da maioria,  banda americana de hard rock Guns N' Roses foi confirmada como mais uma das atrações internacionais do Rock in Rio 2011. O Guns venceu uma enquete realizada no site do evento, que contou com a participação de mais de 450 mil internautas.
Pitty
Os músicos contratados por Axl Rose se apresentam no dia 2 de outubro no Palco Mundo. Pitty faz a abertura do show. Frejat foi escalado para o dia 1º de outubro, mesma noite de Coldplay e Skank. 
Frejat

17 de março de 2011

Mix Hell: A outra faceta de Iggor Cavalera

 Se alguma coisa tem a ver com o passado metaleiro de Iggor Cavalera em seu novo projeto, só mesmo o nome. No mais, tudo novo para o ex-baterista da banda de maior sucesso internacional na História do Brasil. Além de trocar as baquetas pelos toca-discos, Iggor agora embala as pistas com uma mistura de rock e dance music,o que certamente fez com que ele perdesse muitos dos antigos fãs.

No Mix Hell, Iggor forma um duo com sua mulher, a artista plástica Laima Leyton, com quem estreou nas picapes há um ano e meio, no Milo Garage. Para o projeto, ele pesquisou e viajou para conhecer produtores como James Murphy, do LCD Soundsystem. Como resultado, recebeu convite para remixar a faixa "Easy Love", dos canadenses MSTRKRFT, já dividiu sua noite no clube Glória com os 2ManyDJs e está no line-up de festas daqui e do exterior.

No Rock in Rio, o Mix Hell se apresenta ao lado de Buraka Som Sistema, no palco Sunset, dia 30 de setembro.

Conheça a página do Mix Hell no Myspace.

Confira o registro da participação do Mix Hell no Skol Beats de 2007.


Seleção canarinho?


A Nike acaba de lançar um novo modelo de camisa para a Seleção Brasileira. A camisa preta promete causar polêmica, mesmo com o anúncio de que ela não vai entrar em campo. O produto já está a venda e custa R$189,00.
Eu gostei, e você? 


Veja mais detalhes da nova camisa preta da Seleção:

16 de março de 2011

Móveis Coloniais de Acaju: mistura bem brasileira

Não é de hoje que Brasília revela grandes bandas para o cenário musical brasileiro. Desde expoentes do rock nacional nos anos 80 (Legião Urbana e Capital Inicial, só para citar alguns), a capital do país é um celeiro de talentosos artistas. É de lá que vem uma inusitada mistura de sonoridades, da banda batizada como Móveis Coloniais de Acaju. 

O próprio nome mostra o lado, digamos, exótico do projeto. Vários críticos tentaram enquadrá-los em um estilo. Para a TramaVirtual "é temperada com doses de ska, pitadas de música do leste europeu e brasileira, além de rock". Aqui mesmo no blog tentamos sintetizá-los como "uma banda independente que mistura vários ritmos como samba, ska, salsa, funk". Há controvérsias. 

Talvez a solução para este impasse seja deixar de lado rótulos e curtir o som desse time:
André Gonzáles (voz), BC(guitarra), Beto Mejía (flauta transversal), Eduardo Borém (gaita cromática e teclados), Esdras Nogueira (sax barítono), Fábio Pedroza (baixo), Gabriel Coaracy (bateria), Paulo Rogério (sax tenor) e Xande Bursztyn (trombone).

Os caras do Móveis Coloniais do Acaju se apresentam no Rock in Rio no primeiro dia do festival, 23 de setembro, no palco Sunset, ao lado de Orkestra Rumpilezz e Mariana Aydar. 
Abaixo links para o site oficial e uma apresentação ao vivo da banda. 

www.moveiscoloniaisdeacaju.com.br
http://www.youtube.com/watch?v=hET7_kZeLf0

Vitória de campeão


A vitória da Internazionale de Milão ontem, em Munique, foi a maior conquista de Leonardo como treinador. Não apenas pelas dificuldades normais em confrontos dessa fase na Liga dos Campeões, mas, sobretudo pela forma como a equipe se comportou no segundo tempo.

A Inter chegou na Allianz Arena, em Munique, com um enorme desafio. Há 15 anos uma equipe não conseguia a classificação após uma derrota na partida de ida, em casa. E não foi uma vitória qualquer. Após abrir o marcador com um gol relâmpago (e irregular) de Eto'o, a equipe comandada por Leonardo viu o Bayern tomar o controle do jogo, virar o placar com gols de Gomez  (em nova falha de Julio César) e Muller, e só não ampliar a vantagem pela falta de pontaria de seus atacantes. 

Veio o intervalo e as coisas começaram a mudar. Com uma outra postura, a Inter retomou o domínio logo nos primeiros minutos da segunda etapa. Aos 5 minutos, Leonardo ousou e tirou o inoperante Stankovic para a entrada do jovem Phillipe Coutinho. A partir daí, o que se viu foi uma grande partida. Se não tecnicamente, ao menos em movimentação e entrega.

 O gol de Sneijder, aos 17 minutos, colocou fogo na partida. O resultado ainda classificava os bávaros, mas o crescimento da Inter no jogo dava indícios do que viria a acontecer. Após muito atacar, deixando espaços para perigosos contra ataques puxados pelo francês Ribery, Pandev fez o gol da vitória e da classificação aos 43 do segundo tempo. Destaque para a boa jogada de Eto'o em cima do zagueiro brasileiro Breno.

Fim de jogo e classificação histórica. Festa em campo, principalmente para dois brasileiros. Os jogadores fizeram o famoso "montinho" no técnico Leonardo, que comprova a cada partida seu futuro promissor, e homenagearam o goleiro Julio César.

Ninguém questiona a qualidade técnica de Júlio César. Certamente será lembrado como um dos grandes goleiros da História do futebol brasileiro. Porém desde dua falha contra a Holanda na Copa do Mundo, o arqueiro parece ter passado por uma fase obscura. Seguidas lesões, falha no jogo de ida, ainda em Milão, e outra falha no jogo de ontem. Se o resultado ontem fosse diferente, certamente boa parcela de culpa cairía nos ombros do goleiro brasileiro. 

Há quem diga que "a bola pune". Porém, em uma dessas justiças que o futebol invariavelmente proporciona, os jogadores da Inter correram dobrado, partiram para o ataque, conseguiram a classificação e a dedicaram a Julio César. Justo.
Agora Inter de Milão se junta ao Barcelona de Messi, Xavi e Iniesta, e ao Real Madri de Cristiano Ronaldo e Mourinho, na lista de favoritos ao título da mais importante competição inter-clubes do mundo.