10 de julho de 2017

Regulamento Promoção Minha Mãe é uma Peça

REGULAMENTO

Cláusula Primeira – O objetivo da presente promoção é o sorteio de um par de ingressos para o espetáculo MINHA MÃE É UMA PEÇA, que acontece no dia 16 de Agosto, no Expominas Juiz de Fora. A referida promoção terá um ganhador, levando um par de ingressos e dois vouchers para o buffet de feijoada que acontece todos os sábados, de 11h às 16, no Salvaterra Alto dos Passos.







Parágrafo Primeiro – Para participar, o cliente deverá compartilhar a imagem oficial da promoção de modo público em seu perfil no Facebook, curtir a página Salvaterra Alto dos Passos, e comentar marcando uma pessoa. Será realizado um sorteio no dia 14/08/2017, às 10h, e a promoção terá um ganhador.







Parágrafo Segundo - A referida promoção tem validade de 10/07/2017 até 14/08/2017, às 14 10 horas, e terá 01 (um) ganhador. O mesmo, deve retirar o prêmio apresentando um documento oficial de identidade em horário comercial no Salvaterra Alto dos Passos (Rua Dom Viçoso, 98, Alto dos Passos ) até o dia 14/08/2017, às 17 horas.







Cláusula Segunda – Somente será válido o primeiro comentário do participante que comentar mais de uma vez na publicação.







Cláusula Terceira– O resultado será divulgado nos comentários da foto oficial.







Parágrafo Primeiro – A direção do Salvaterra Alto dos Passos não entrará em contato com o ganhador da promoção, sendo do ganhador a responsabilidade de conferir o resultado da promoção pela nossa página oficial.







Parágrafo Segundo - O prêmio só poderá ser entregue mediante a apresentação de documento de identidade original do ganhador e assinatura de recibo de entrega. O prêmio é pessoal e intransferível.







Parágrafo Terceiro – O Salvaterra Alto dos Passos não se responsabiliza pela perda e/ou extravio do prêmio após a entrega do mesmo ao ganhador.







Cláusula Quarta – Não será permitido a participação de colaboradores e membros da equipe do restaurante.







Cláusula Quinta - O participante da promoção autoriza, expressamente, desde já, que o seu nome seja divulgado nas redes sociais (Facebook e Instagram) do Salvaterra Alto dos Passos como sendo o ganhador da promoção.







Cláusula Sexta – O participante da promoção declara que leu este regulamento, integralmente, e que o aceita em todos os seus termos.







Parágrafo Único – Os casos omissos a este regulamento serão resolvidas pela direção do Salvaterra Alto dos Passos.

10 de julho de 2014

A volta dos que não foram?

Foto: Org Stringer/EFE
O maior vexame da história da seleção mais vitoriosa de todos os tempos, a brasileira, pode não representar qualquer mudança, como era esperado. Ao menos no comando. Se o mundo inteiro dá como sepultado o futebol pentacampeão, a CBF faz vista grossa e já ensaia a manutenção de Luiz Felipe Scolari e sua comissão técnica. A informação é do comentarista Paulo Vinícius Coelho, que fez o comunicado durante o Bate-Bola 2ª edição desta quinta-feira, 10. 

Se for confirmada, a não demissão de Felipão e sua comissão técnica apenas ratificará a inércia e o descaso com o que um dia já foi nosso maior patrimônio: a Seleção Brasileira. É impossível cogitar a continuidade de um trabalho que culminou na vergonhosa goleada alemã, que só não fez mais porque "tirou o pé", como afirmaram os jogadores para quem quisesse ouvir.
Jogadores observam a bola no fundo da rede. Cena repetida sete vezes. (Foto: Ceará Agora)
Felipão e Parreira já estão na história do futebol brasileiro, seja para o bem ou para o mal. Conquistaram uma Copa cada (2002 e 1994, respectivamente) e fracassaram em outra oportunidade (2014 e 2006, respectivamente). Que lidem com a glória e o escárnio que fizeram por merecer. 

Confesso que quando li os nomes cogitados para assumir o desafio de reformular nossa seleção não me animei. Em um momento onde todos clamam por renovação, Muricy Ramalho, Tite e, pasmem, Vanderlei Luxemburgo, vão em direção completamente oposta. O primeiro já disse em entrevistas que pretende se aposentar em breve. Tite, com toda a grife adquirida com o título mundial do Corinthians, é um dos maiores retranqueiros do futebol brasileiro. Luxemburgo... bem, há quantos anos não faz um bom trabalho? Cogitaram também Alexandre Gallo, que trabalha com as seleções de base, mas, francamente, o que ele fez para merecer o cargo?

O fracasso do "Projeto Hexa", se é que podemos acreditar que algo nessa preparação foi planejado, expôs o que muitos insistem em rejeitar: nossos técnicos estão muito abaixo dos estrangeiros. Não falo somente dos europeus. Quantos argentinos, chilenos e até colombianos treinam equipes e seleções estrangeiras? A final da Champions League teve um técnico argentino (Diego Simeone), os dois primeiros colocados na Liga Espanhola foram comandados por argentinos (mais uma vez Simeone com o surpreendente Atlético de Madri e Tatá Martino, com o Barcelona), o campeão inglês é comandado pelo chileno Manuel Pellegrini, José Pekerman comandou a seleção colombiana com bravura, e o que dizer de Jorge Luis Pinto, o colombiano que fez a Costa Rica existir no mapa do futebol mundial?

O ponto-chave desta discussão é um só: chegou a hora de apostarmos em um técnico estrangeiro. Ora, se o que nos falta é padrão tático, controle emocional e planejamento, por que não importar esses atributos? Já imaginou nosso talento somado ao conhecimento tático de um José Mourinho?

Mourinho com William e Oscar no Chelsea. (Foto: Sky Sports)
Idioma não seria problema. O português marrento é um grande conhecedor do nosso futebol, declarou torcida para nossa seleção na Copa e já trabalhou com muitos jogadores dessa geração. Isso pode fazer a diferença. Não pensem que o time será todo modificado, pois a espinha dorsal da Copa de 2018 está aí. David Luiz, Paulinho, Oscar e Neymar estarão lá. Some a isso alguns talentos esquecidos pela atual comissão, como o ótimo Philippe Coutinho (Liverpool) ou o rápido Lucas (PSG), e temos aí o desafio do nosso próximo comandante: encontrar goleiro, laterais e, principalmente, um centroavante.

"Mas ele é um grande retranqueiro", dirão os críticos.  Mas é um vencedor. Conquistou títulos por todos os clubes pelos quais passou. Muda o esquema de acordo com o adversário, ao invés de "já saber as substituições que serão feitas no jogo de amanhã", como disse Felipão durante a Copa. Se já sabe o que fazer na véspera da partida, onde está a leitura do jogo? Pra que serve o técnico?

Eu apostaria no Mourinho, mas outras opções devem ser consideradas. Guardiola é constantemente cogitado, apesar de que o fracasso da seleção espanhola na Copa evidenciou o esgotamento do tick-tacka. E você, em quem depositaria a confiança para trazer de volta o melhor do futebol brasileiro?



14 de maio de 2013

As escolhas de Felipão



Ainda durante a convocação do técnico Luiz Felipe Scolari, nas redes sociais já pipocavam críticas às escolhas do comandante. Das mais óbvias, contestando a ausência de Ronaldinho e, em menor escala, de Kaká, até as pouco prováveis, como as ausências de Ramires e Pato, ou a presença de Luiz Gustavo. Preferências à parte, o que Felipão evidenciou é que a Copa das Confederações será o grande laboratório de seu trabalho e, por este motivo, a competição perfeita para fazer apostas até certo ponto ousadas. "Fazer experiências contra equipe com o peso de Espanha, Itália ou Uruguai?", podem questionar os críticos. Para uma Seleção que não disputa Eliminatórias e vê a Copa do Mundo bater à porta, é a única possibilidade de construirmos um esboço de time para a competição principal, em 2014.


Primeiro é preciso afirmar que Scolari não será demitido seja qual for o resultado da competição. Salve uma eliminação na primeira fase, o treinador não convive com uma sombra capaz de fazê-lo balançar no cargo. Considerando o pragmatismo da CBF, sua maior ameaça está no mesmo barco: Parreira. E não me venham com esse papo de Tite, pois estamos falando de uma confederação que faz a dança das cadeiras há décadas! Se Zagallo já não tem condições físicas de comandar a Seleção e Parreira é o coordenador do projeto, não dá para imaginar uma atitude ousada de Marin e Del Nero, sucessores confessos da escola Ricardo Teixeira.


Thiago Silva será a voz de Felipão dentro do campo
Considerando esses fatores, temos que louvar as escolhas do Felipão. Elas apontam para algo que Mano tentou e que todo o povo brasileiro sempre pediu: renovação. Ronaldinho e Kaká não precisam de testes ou experiência com a camisa da Seleção, algo que fará muito bem a jovens talentos como Oscar, Lucas, Fernando, e até mesmo jogadores com certa idade mas sem relação com a Seleção, casos de Hernanes e Jadson. A presença de Bernard é uma tacada certeira que pode, inclusive, mudar a escalação titular. Lucas, que não teve a oportunidade de jogar com o técnico é outro que vai mexer com o time, deixando nossa Seleção com uma velocidade ausente há tempos. Se algum dos ausentes realmente poderia integrar o grupo este jogador é Ramires. Rápido, técnico, bom marcador. Pelo que se lê na imprensa, perdeu a vaga por um vacilo em sua última convocação, quando se apresentou com médicos do Chelsea alegando estar contundido. Erro fatal para quem conhece Felipão.


Neymar e Lucas são esperança de muita movimentação ofensiva
Também não sou fã do Hulk, mas ele justificou sua presença na lista todas as vezes que foi chamado. É trombador e pode ser útil em situações emergenciais. Entre Damião e Pato, venceu a disputa quem é titular absoluto no seu clube, mesmo com forte concorrência. Se Pato tem esquentado o banco para Emerson, Guerrero e até Romarinho, Damião jamais foi reserva mesmo disputando com Forlán, Rafael Moura e outros bons atacantes colorados. Para os críticos da convocação de Júlio César, acho a presença dele importante para um grupo jovem e um time em formação. Porém, considero Jefferson um dos mais injustiçados jogadores da atual Seleção. Além de ser o goleiro com maior número de convocações após a Copa de 2010, mantem há três anos uma regularidade impressionante para quem atua em uma equipe com tantas oscilações como o Botafogo.
Fred é o homem-gol da Seleção de Scolari
Por fim, deixo duas escalações para a Copa: a minha e a que acredito que Felipão vai montar.

Seleção de Felipão:
4-4-2
Julio Cesar, Daniel Alves, Thiago Silva, Dante e Marcelo; David Luiz, Paulinho, Lucas e Oscar; Neymar e Fred.

Seleção Ideal:
4-2-3-1
Jefferson, Daniel Alves, Thiago Silva, David Luiz e Marcelo; Paulinho, Hernanes, Lucas, Oscar e Neymar; Fred.

E pra você, qual a melhor formação para a Seleção?












8 de maio de 2013

Campeão incontestável

Jefferson ergue a taça de Campeão Carioca 2013

O Botafogo venceu o Fluminense por 1 a 0 no último domingo, faturou a Taça Rio e, de quebra, levou o Campeonato Carioca sem a necessidade dos dois jogos finais. Nenhuma novidade se levarmos em consideração que o próprio alvinegro conseguiu tal feito em 2010, ano da famosa cavadinha de Loco Abreu. O que chama a atenção são as reclamações dos adversários, principalmente vascaínos e rubro-negros, que tentam a todo custo diminuir a conquista da equipe comandada por Oswaldo Oliveira. Alguns fatos devem ser considerados:

- Pergunte a um flamenguista qual o gol mais marcante em sua vida. Noves fora os torcedores da Era Zico, a maioria esmagadora responderá o gol de Petkovic, contra o Vasco, já nos acréscimos.

- Pergunte a um tricolor qual o gol que não lhe sai da memória. A resposta, não importa a idade do torcedor, será o gol de barriga de Renato, no fim do Fla-Flu de 95.

- Faça o mesmo a um vascaíno e a resposta, talvez com um pouco mais de esforço, será do gol de Cocada, em 88.

Em todos os casos, e inclua nessa lista a resposta do torcedor botafoguense que, em alguns casos citaria o gol de Maurício em 89, em outros a cavadinha de Loco Abreu, os gols aconteceram no campeonato estadual. Ora, se estamos falando de um campeonato sem importância, por que esses lances povoam a memória e o coração de tantos torcedores? Por que fazem parte da história dos quatro grande clubes e, sem dúvidas, do futebol brasileiro?

É óbvio que o Campeonato Carioca deste ano viveu grandes turbulências. Se o futebol carioca já sofria com a falta do Maracanã, o repentino fechamento do Engenhão foi a pá de cal na possibilidade do torcedor que mora no Rio de Janeiro assistir aos jogos do seu time sem o deslocamento para Volta Redonda ou Macaé. Mas não me venham com essa conversa fiada de que o "nível técnico é baixo" ou "os times pequenos são horríveis", pois essa parte não diz respeito somente à edição deste ano. E mais: só um carioca pode usar a desculpa da Libertadores, pois Vasco e Flamengo jogavam todas as suas fichas no estadual! Fracassaram. Sem desculpas ou falsas justificativas.

Em campo, tirando o bom começo rubro-negro, que chegou a despontar como possível postulante ao título, o que se viu foi o Botafogo sobrando. E, se os times pequenos são fracos, o que dizer do Flamengo derrotado para o Resende. Ou do Vasco, que acumulou quatro derrotas na Taça Rio?

O Fluminense sofreu com o martírio de conciliar duas competições importantes, viagens desgastantes e um elenco cujos principais nomes atravessam péssimos momentos físicos. Em determinado momento do campeonato, o tricolor chegou a ter Deco, Fred e Thiago Neves entregues ao departamento médico. Aliás, pouco se fala na imprensa sobre o envelhecimento do elenco tricolor. Talvez uma eliminação contra o Emelec abra as portas das Laranjeiras para que os questionamentos apareçam e criem um clima desfavorável na equipe de Abel.
Atuações de Seedorf ganharam repercussão mundial

Em campo, o Botafogo não quis saber dos problemas de seus rivais. Teve 80% de aproveitamento, alcançando 11 vitórias, 3 empates e somente uma derrota nos 15 jogos disputados. De quebra teve o melhor ataque, com 37 gols, e a defesa menos vazada, com 10 gols sofridos. Isso sem falar das atuações individuais. Seedorf, Lodeiro e Fellype Gabriel jogaram tanta bola que são favoritos ao prêmio de "Craque do Campeonato". Jefferson fez um campeonato impecável e, para muitos, carimbou o passaporte para a Copa das Confederações com a Seleção Brasileira. Aliás, Júlio César já teve sua chance e deixou escapar, como a bola alçada por Sneijder. Cavalieri, que após sair do Palmeiras perambulou sem sucesso na Europa, foi reserva de Berna até se firmar no Fluminense, não está no mesmo nível de Jefferson.

No fim, a conclusão que fica é que não importa se o Campeonato Carioca é desorganizado ou desvalorizado. Sempre será assim para quem perde. Quando se ganha, a torcida toma as ruas, faz piada com os rivais e bate no peito para dizer que seu time é o melhor do estado. E, no caso do Botafogo de Seedorf, essa afirmação é indiscutível...

Perseguido pela torcida, Rafael Marques fez o gol do título





2 de abril de 2012

A invencibilidade que não convence

Loco Abreu comemora gol: uruguaio vive pior início de temporada pelo Botafogo
O Botafogo empatou com o Fluminense e conseguiu manter a maior invencibilidade entre os clubes da Série A até aqui, ao lado do Atlético Mineiro. Já se vão 16 jogos desde a última derrota do alvinegro que, mesmo assim, não consegue empolgar sua torcida. A desconfiança tem motivo: após encantar o país durante quase todo o Brasileirão do ano passado, a equipe teve uma grande queda de rendimento que culminou com a perda da vaga na Libertadores. O desempenho pífio foi a senha para a demissão de Caio Júnior e a contratação do experiente e vitorioso Oswaldo de Oliveira.

Desde que assumiu a equipe, o técnico fez questão de enaltecer o trabalho de seu antecessor mantendo, inclusive, o mesmo esquema tático (4-2-3-1). Com base e esquema mantidos, somados à chegada de poucos reforços (entre eles os bons Andrezinho e Fellype Gabriel), Oswaldo deixou claro para a torcida que o time que decepcionou na reta final do ano passado teria uma segunda chance. Eis o problema.
Andrezinho chegou e logo assumiu a camisa 10
Irritada com mais um fracasso, a torcida não consegue aceitar a presença de alguns jogadores na equipe titular. Mesmo com a saída de Alessandro, muito vaiado em todos os jogos do ano passado, as presenças do displicente Fábio Ferreira e do atrapalhado Márcio Azevedo incomodam os torcedores, que se recusam a comemorar a invencibilidade. E têm lá sua razão.
Menos badalado que Andrezinho, Fellype Gabriel fez gols importantes e conquistou a torcida
Dos 16 jogos sem saber o que é derrota, o Botafogo empatou nada menos que oito! Isso inclui dois empates com o Treze da Paraíba e nos clássicos com Fla e Flu. A história quase sempre é a mesma: a equipe começa bem, controla o jogo, abre o placar e... cede a igualdade. Foi assim na Taça Guanabara com o Flamengo e ontem, pela Taça Rio, contra o tricolor. Dessa forma, o Botafogo consegue a proeza de ter que lidar com a desconfiança de sua torcida mesmo estando tão distante das derrotas.

A volta de Jobson, que aos poucos readquire ritmo, e a busca no mercado por um zagueiro e dois laterais pode trazer a torcida novamente para o lado do time. Porém, uma eventual queda na Copa do Brasil pode tornar o ano do Glorioso um verdadeiro calvário...

11 de abril de 2011

Titãs e Paralamas abrem o Rock in Rio

Titãs e Paralamas: parceria antiga

As duas bandas mais tradicionais do pop rock nacional estarão juntas no palco do Rock in Rio IV. Titãs e Paralamas do Sucesso reeditarão a parceria que já rendeu um dvd ao vivo (2003), dia 23 de setembro no Palco Mundo.  O show é uma prévia das comemorações que as duas bandas farão em 2012, quando completam 30 anos de sucesso.

O festival, aliás, não é nenhuma novidade para os músicos das duas bandas. Os Paralamas foram atração do primeiro festival realizado no Brasil, em 1985, e os Titãs tocaram em 1991. O repertório não deve trazer grandes surpresas, sendo recheado dos sucessos que fizeram das bandas referências para as novas gerações da música brasileira.

 Outra novidade confirmada pela organização do festival diz respeito à apresentação de Milton Nascimento e Orquestra Sinfônica Brasileira. Foi divulgado que acontecerá uma homenagem ao lendário vocalista do Queen, Freddy Mercury, responsável por uma das apresentações mais marcantes da história do festival, em 1985. O “dueto” acontecerá com ajuda de alta tecnologia, que fará Milton dividir os vocais com Freddy em uma montagem de vídeos do show do cantor na primeira edição do evento.

6 de abril de 2011

Slash traz novo show ao Brasil

Slash e sua coleção de guitarras
Quando Slash pisar no palco do Vivo Rio hoje, às 20h30, o público vai encontrar um músico de bem com a vida. Isso porque, após alguns anos tentando se realizar com projetos complicados, como Snakepit e Velvet Revolver, o guitarrista parece ter encontrado uma fórmula que agrade a fãs, críticos e, principalmente, a ele mesmo.

Não que a fórmula de seu primeiro álbum solo (Slash - 2010) seja uma grande sacada, o lendário Carlos Santana já se fez valer dela algumas vezes, mas o fato de liderar uma banda e produzir material inédito sempre foi uma obsessão para Slash.

Desde sua tumultuada saída do Guns N' Roses, em 1996, onde produziu alguns dos melhores trabalhos de um guitarrista de rock, Slash colaborou com nomes como Michael Jackson e Lenny Kravitz e se manteve prestigiado no meio musical. O relativo sucesso do Velvet Revolver, que se não foi unanimidade ao menos conseguiu cativar os fãs mais saudosistas, ajudou a mostrar que o ímpeto criativo de Slash ainda poderia render bons trabalhos.  
Foi então que Saul Hudson, verdadeiro nome de Slash, resolveu montar uma verdadeira seleção de expoentes da cena musical para colaborar com seu primeiro álbum solo. Juntou figuras como Dave Grohl (Foo Fighters), Alice Cooper, Fergie (Black Eyed Peas), Iggy Pop e Ozzy Osbourne, e gravou um disco de rock clássico com cheiros de blues e soul. 

Para apresentações ao vivo, diante da impossibilidade de contar com os medalhões do disco, recrutou sua própria banda, com a qual está na estrada há cerca de um ano. Todd Kerns (baixo), Bobby Schnek (guitarra) e Brent Fitz (bateria, ex-Alice Cooper) fazem uma cozinha coesa e digna de elogios. Para ser o frontman, a posição mais delicada, convidou Myles Kennedy, cantor do Alter Bridge cujo timbre e alcance, inegavelmente, lembram muito os de Axl Rose. 

Slash é velho conhecido do público brasileiro. Já se apresentou diversas vezes no país, com o Guns N' Roses (a primeira foi em 1991, no Rock in Rio 2) e com o Velvet Revolver (2007). O show de logo mais levará ao palco, além do atual trabalho, clássicos do Guns como "Paradise city", "Nightrain", "Sweet child o' mine", "Civil war", e um pouco do trabalho do Velvet Revolver.
Slash se apresenta ainda em São Paulo na quinta (07/04) e em Curitiba na sexta (08/04).